Hoje há Fink no Cais do Sodré!




Ando à espera deste concerto já há não sei quanto tempo... e o que é que me acontece? Puff: constipação! Ontem comecei a sentir mini-dores de garganta e de ouvidos. Dois comprimidos e uma noite depois, sinto-me bastante melhor, no entanto, sei que o bichinho está por aqui adormecido embora não o sinta.
Vou ao concerto na mesma, mas depois deito-me cedinho (até porque amanhã há curso de teatro e vou ter os meus pais em Lisboa durante o fim-de-semana... só mimos!)!
:)
Mudando de assunto... ando a ver se ganho ideias para um vídeo (da Diffuse) a lançar no dia do pai. Tenho algumas coisas escritas, mas ainda não encontrei a inspiração. 
Vejo vídeos, leio, vou para a rua pensar...
O dia do pai para mim é algo de muito especial: desde sempre que me dizem que tenho complexo de Electra. Não sei se é verdade ou não, mas de facto, o meu pai é das pessoas mais importantes e essenciais da minha vida, e não a imagino sem ele.



Tem sido complicado escrever um texto para este dia, simplesmente porque sinto que não existem palavras para tanto amor.
Esta noite (depois do concerto) vou tentar abordar o tema, e perguntar-lhe se estaria disposto a ser o nosso actor. Seria maravilhoso poder filmar o meu pai*.
Para já, vou continuar a trabalhar e a ver coisas que me inspirem. Há algo desse lado que possam partilhar, e que vos inspire ao máximo quando falamos de "PAI"? Eu adoraria ter uma ajudinha!
Gostava mesmo de lançar um novo vídeo nesta data com a Diffuse, mas para variar, as ideias giras surgem-me sempre à última da hora. :)

Aos que vão ver Fink hoje no MusicBox, see you later!
PLIM*!

9 comentários:

  1. Ofereço-te esta ideia: Filmado em POV (câmara subjectiva), uma rapariga pergunta pelo pai pelas ruas de Lisboa. Vai deambulando, perguntando a toda a gente se viu o pai. Faz gestos com as mãos, descreve-o, refere o nome dele. Do outro lado, ninguém parece percebê-la. Agem quase como se ela fosse um fantasma, como se ela não estivesse lá, como se ela fosse apenas uma daquelas brisas incómodas. No final, vemos uma senhora com ar de enfermeira a puxar a rapariga que afinal (passamos de POV para cenário) é uma idosa com Alzheimer. Naquele dia pensou que era uma menina outra vez, saíu do lar e foi à procura do seu Papá.

    A mensagem final poderia ser:
    "O seu pai marcá-lo-á para o resto da sua vida. Lembre-lhe disso."

    Ou algo do género. Pronto. Those were my 2cents.

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    1. Oh my God!! Que ideia maravilhosa! Antes de mais, parabéns!!!
      Fico a aguardar por mais ideias, mas de facto, agora fui altamente surpreendida***

      Obrigada! (Gostava de te poder chamar pelo nome... mas como está Anónimo, fica só o meu agradecimento e beijinho pela dica)
      :)
      PLIM!

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    2. Junta-lhe um T e chama-me Antónimo.
      Depois de menos, de nada!

      A ideia é para ti. Um presente meu. Uses ou não uses é sempre um prazer poder partilhar contigo as minhas ideias e ler os teus posts.

      PLUM!

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    3. OOh, AnTónimo... (hehehehe)
      Fico feliz de saber que gostas de aparecer aqui no blogue de vez em quando*

      Continua a partilhar ideias... serão sempre ouvidas/lidas*

      PLOING!*

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  2. mmm... é um assunto que me deixa um pouco comovida, confesso. Penso no meu pai e em todo o percurso dele, enfim, não há como traduzir em palavras o que o meu pai significa para mim.

    Mas imagino algo do género, várias situações que normalmente um pai não resolve: problemas amorosos das filhas, ajudar a escolher roupa, sapatos, comprar pensos higiénicos (havia uma colega da minha mãe que pedia ao pai para comprar os pensos e os tampões dela! E ele ia!), brincar às Barbies, pentear a filha... enfim. E ouvirmos vozes femininas a relatarem cada situação (filhas de várias idades) "o meu pai brinca comigo", etc.... E no fim uma conclusão do género "Um pai é muito mais do que um homem".

    Mas também gosto muito da ideia do anónimo, se bem que a acho um pouco melancólica. Tem uma explicação, faz-me lembrar um anúncio português (que até ganhou um prémio há uns anos) e que se baseava nessa premissa de uma idosa com alzheimer que dizia à filha que se estava a esconder do pai, e depois o mote era "a violência doméstica nunca se esquece". Uma coisa do género. Bem, é inevitável associar as ideias, mas a do anónimo é sem dúvida muito mais positiva :)

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    1. A tua também é uma excelente ideia, amiguinha! bolas... vocês são tão amorosos!!! acreditam que já estou a borbulhar?!

      :)

      E fizeste-me lembrar tantas coisas que estão cá dentro... o meu pai brincava muito comigo aos pinipons (É verdade, isso esteve muito na berra nos Açores quando lá morei dos 1-6)! E na situação da menstruação... o meu pai sofria sempre muito com as dores mentruais que eu tinha. Era sempre daquelas alturas em que ele mais me apaparicava, com saquinhos de água quente e chocolates. aaww... ainda bem que ele já está a caminho de Lisboa, porque vocês estão a dar-me umas saudades que nem vos conto!!

      obrigada!!**

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  3. LOL
    Analog Girl, boa memória. Talvez o meu inconsciente se tenha lembrado dessa anúncio, não sei.

    Para me recompor, deixo aqui outra ideia:

    Vemos um miúdo (8 anos) a brincar na escola. Ele não é o típico miúdo, ele não brinca com os outros, ele vê-os brincar. Quando alguém cai, seja menina ou menino, ela ajuda-os a levantar-se. Na sala de aula, é ele que ajuda nos trabalhos de casa e é dele que todos se despedem quando ele vai para casa. Já em casa, vemos uma grande família de 3 irmãos mas só com um adulto: a mãe. A mensagem final seria: "Alguns de nós nasceram para ser pais. Lembre-se do seu."

    Veio-me agora outra ideia:

    Estamos numa sala de aula de miúdos (relativamente novos). Uma professora diz a todos que acabou o tempo para a redacção. Corta para > A professora está a ler as composições com um sorriso no lábio: "O meu pai é meu herói, ele é grande e forte. Ele ajuda lá em casa..." [assim ouvimos a professora a ler em voz interior].
    Até que, chega uma composição muito diferente das outras, que diz algo como: Os meus Papás. Gosto muito do Papá Sérgio e do Papá Miguel. Não posso dizer que gosto mais de um que de outro, porque todos os dias os dois me dizem que me amam. Todos os dias me dizem que gostam de mim e devemos amar os outros independentemente do que eles acham de nós. Ao princípio, quando entrei nesta escola, eu não gostava muito da Vanessa, porque gozava muito comigo, mas o meus Papás disseram-me para eu ficar mais tempo com ela, dizer-lhe que gostava dela na mesma, apesar de ela gozar comigo, falar sempre bem dela às outras pessoas. Um dia, eu e a Vanessa ficámos sozinho e ela bateu-me no braço. Eu fugi. Contei aos Papás. Eles disseram-me que não deveria desistir, que deveria continuar a ficar perto dela. No dia seguinte, os meus Papás deram-me uma flor para lhe dar. Eu dei-lhe mas ela bateu-me outra vez. Eu fugi novamente. Durante uma semana, ela não veio à escola. Estava com sarampo. Quando ela voltou ninguém se quis aproximar dela e eu dei-lhe um abraço. Foi o mais próximo que consegui ficar dela. Ela sorriu e agora já gosto mais da escola. Eu não tenho um herói, tenho dois, gosto tanto deles que gosto de toda as outras pessoas.

    Pai não é um número é quem nos ama

    Pronto, é isto. Novamente. LOL

    PLOIM!


    Antónimo

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    1. Txiii esta é muito melhor. E é um assunto muito actual.
      Bela ideia, sim senhor! :)

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  4. Vi o seu video sobre o dia de São Valentim, para o qual escreveu o texto, e não tenho palavras para qualificar. A música, o cenário e as palavras entraram numa sintonia maravilhosa.
    Em relação ao dia do pai, se me permite, acho que deveria reviver as nossas memórias de criança, a ideia de sermos pequenos e andarmos de mão dada com o nosso pai, todos/todas temos essa memória de infância. Depois, é só misturar as recordações e o sentimento e colocar tudo num texto. Inspire-se nos silêncio de gelados quando eramos pequenos, nos passeios, nas brincadeiras. Dia do pai é dia de agredecer as recordações.

    boas escritas.

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