LOVE WHAT YOU DO OR DO WHAT YOU LOVE? THAT’S THE QUESTION.

Eu (Fedra) adoro esta máxima, mas questiono-me muitas vezes se a devemos levar assim tão à letra.
Há cerca de duas semanas magoei um pé. Nada de grave, mas o suficiente para ser obrigada a ficar em casa, sentada ou sentada. Um terror para mim. Não consigo estar parada muito tempo, estar dependente de outros, seja para o que for. E quando não podemos fazer nada parece que nos apetece fazer tudo.
São estes os momentos que me fazem parar para pensar. Ponderar no que poderia fazer e não faço, quando posso fazer tudo. A rotina do dia-a-dia, por vezes faz-me esquecer o mais importante e às vezes temos que parar e avaliar a nossa vida.
Adoro artes, pintura, design e afins. É sem dúvida a minha paixão. Porque é que não segui este caminho? Não sei. Acho que estou sempre a tentar evitá-lo, tenho medo, dúvidas. Será que fazer o que amamos depende de amar o que fazemos? Ou seja, para nos sentirmos realizados temos que amar o que fazemos e fazer o que amamos em simultâneo? Será que não podemos ter o melhor dos dois mundos?
Desde pequena, que ouço a família dizer que tenho “queda para as artes”. Será vocação? É aqui que me sinto como peixe na água, como passo tardes, dias e noites a fio em que nem sinto as horas passar. Se entendermos por vocação, saber que queremos fazer algo para além de tudo, que o fazemos em qualquer condição e que o resultado final será de excelência, então estou certa que esta é a minha vocação.



As artes são a minha zona de conforto, mas também de desconforto, porque continuo a questionar-me se será este o caminho certo. Seguir uma paixão é imperativo para uma vida mais feliz e realizada? Simplesmente aprender a gostar do que fazemos, à parte das nossas paixões, também pode ser uma opção?





Nunca é tarde para novas decisões e mudar o rumo da nossa vida. Há que acreditar que existem sempre portas que não se fecham e possibilidades escondidas que aguardam a altura certa para se revelar.
Independentemente das decisões que possa fazer, há duas regras que nunca esqueço:
· Fazer o que gosto, mais vezes. Muitas vezes. De facto: todos os dias.
· Não complicar demasiado e tentar levar uma vida simples.






Para ilustrar este post, escolhi um vaso de “catos” com pedras pintadas à mão. Para quem gosta de catos como eu, este é um DIY simples e muito engraçado (até para fazer com crianças!). O que acham?

Para fazer este DIY, vão precisar de:
- Pedras de vários tamanhos e formatos;
- Tintas acrílicas;
- Vaso de terracota;
- Pincéis;
Pinta as pedras. Deixa secar e faz pontinhos, estrelinhas e listas com a cor acrílica branca.
Coloca no vaso, com terra ou areia e dispõe as pedras como catos verdadeiros!
- Tenham uma boa semana!

Autora: Fedra // Fotografia: Fedra


I love the quote LOVE WHAT YOU DO AND DO WHAT YOU LOVE, but I often wonder if I should take it as is.
About two weeks ago I hurt a foot. Nothing serious, but was enough to be forced to stay at home, sitting or sitting, which is terrifying to me. I hate being still for a long time or being dependent on others. And when we can’t do nothing feels like doing everything.
These are the moments that make me think. Think about what I could do and don’t do, when I’m allowed to do everything. The day-to-day routine sometimes makes me forget the most important and occasionally we have to stop and evaluate our lives.
I love art, painting, design and everything artsy. It is certainly my passion. Why haven’t I followed this path? I do not know. I think I'm always trying to avoid it, maybe by fear. Do what we love to love depends on loving what we do? I mean, do we have to love what we do and do what we love at the same time, to be accomplished? Can’t we have the best of both worlds?
Since childhood, I hear the family say that I’m the artsy type. IS this my calling? It is here that I feel like a fish in water, spend endless afternoons, days and nights and don’t feel the hours pass. If we understand by calling, knowing that we want to do something beyond everything we do in any condition and that the end result will be excellent, so I'm sure that this is my calling.
The arts are my comfort zone, but their also uncomfortable because I keep questioning myself if this is the right way. Following a passion is imperative for a more happy and fulfilled life? Simply learn to like what we do, apart from our passions, may also be an option?
Is never too late for new decisions and change the course of our life. We must believe that there are always unclosed doors and hidden possibilities awaiting for the right time to reveal itself.

Regardless of the decisions you can make, there are two rules that I never forget:
• Do what you like, more often. Often. In fact: every day.
• Do not complicate too much and try to lead a simple life.

To illustrate this post, I chose a potted stone “cactus” hanpainted. For those who like cactus like me, this is a simple and very funny DIY (even to do with kids!).
It’s super cute. What do you think? 

To do this DIY, will need:
- Stones of various sizes and formats;
- Acrylic paints;
- Terracotta pot;
- Brushes;

Paint the stones. Let dry and makes dots, stars and stripes with white acrylic color.
Put in pot with soil or sand and palce the stones as real cactus!
Have a good week!


Author: Fedra // Photography: Fedra

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