My next big thing.

Eu sei que tenho andado ausente do blogue. Até no outro dia, ao jantar fora, uma menina muito querida disse-me que tinha saudades de me ler no Doce. O meu coração derreteu e percebi que já não podia estar mais em silêncio.
Eu estou bem, não se preocupem. Mas tive de tirar algum tempo para organizar a minha cabeça para os planos de futuro.
A verdade é que sempre achei que havia algo de estranho comigo quando depois de dois anos em cada empresa começava a sentir uma desmotivação gigante quando já não estava a aprender nada de novo. Se esse trabalho já não me ensinava, já não me desafiava, já não trazia à baila coisas excitantes, e que eu tinha deixado de crescer, acabava por procurar o meu próximo grande projecto. Nunca entendi os empregos para a vida, como o do meu pai e do meu avô. Sempre gostei de fazer tanta coisa, que ao fim de um tempo, o meu corpo ganhava mesmo urticária às minhas actividades diárias na empresa quando elas deixavam de apresentar qualquer novidade.



Ultimamente comecei a sentir o mesmo, mas desta vez não se tratava de algo que eu pudesse simplesmente deixar para trás. Estamos a falar do meu maior projecto... Algo que comecei com suor e lágrimas, tantas histórias lindas já contadas e muito, muito trabalho. Mas então porque é que eu me estava a sentir tão triste quando nunca na minha vida tinha tido tantos trabalhos fechados? (Tenho 16 casamentos para este ano, e sou tão e tão e tão e tão grata a todos os meus clientes. Mal posso esperar para contar as vossas histórias e prometo que vou estar sempre a 100% para que tenham as imagens mais bonitas do mundo.)
Mas voltemos ao assunto. Eu sabia que adorava o que fazia (como adoro e amo), mas faltava qualquer coisa. Era quase como se eu tivesse embatido numa parede e não estava a evoluir como queria, para mais e melhor. A minha fórmula estava ali, eu dominava-a mas e então? Acabava agora por aí? Para sempre? Eu queria reinventar-me e faltava-me inspiração para fazer mais e melhor. Porque o meu grande objectivo não é ser conhecida e marcar milhentos trabalhos. O meu grande objectivo é poder continuar a aprender e a inspirar pessoas, descobrir coisas novas todos os dias no que faço, ficar encantada com novos estilos, querer estar na vanguarda do que se faz lá fora, acordar feliz e aí sim, feliz, marcar trabalhos onde posso mostrar o que valho, o quanto cresci a cada dia e a cada mês.


Mas estava sem saber para onde me virar, via cada vez mais projectos fotográficos de casamentos a aparecer todos os dias e queria perceber onde estava o meu arco-íris, aquele que sempre me fez andar para a frente. Sentia-me perdida na inspiração. Quase como se tudo o que aparecesse já não fosse novidade, não me dava brilho nos olhos. E assim, sabendo que nunca mataria a minha querida Starling que amo com todo o meu coração, tive de começar a analisar o que estava de errado com o projecto.
Quando finalmente me sentei e fiz um desligar de tudo o resto, comecei a aperceber-me das coisas. - Eu precisava de me organizar. Encontrar os bocadinhos e as peças que me faziam feliz e colar tudo com magia. Eu sabia que se encontrasse a minha fórmula, encontraria o meu próximo grande passo que me ajudaria a voltar a ser muito muito feliz no meu projecto:

Tempo.
O meu problema principal sempre foi a falta de tempo para tudo. Se estava a responder a 100 emails por dia, isso afastava-me da edição. Não editar significava que eventualmente, faria noitadas, e que cortaria noutras coisas que me fazem feliz, como rodear-me de amigos, partilhar experiências, sair para jantar fora com o Miguel ou até simplesmente sentar-me a apreciar o Pinterest, ganhar inspiração.
Eu não tinha tempo nem para mim nem para o trabalho... nunca, e isso estava a transformar-se numa bola de neve tão grande e que continuava sempre a descer. Eu tinha de descobrir como fazer as coisas em tempo útil, de forma eficaz e que me fizesse feliz.



Futuro.
Comecei a fazer o exercício de onde gostaria de me ver daí a 10 ou 20 anos. A ideia de mim ainda a fotografar casamentos aos 49 não me pareceu uma má ideia. Quereria dizer que tinha conseguido, que o negócio tinha crescido... mas pensando bem em tudo, também poderia ser uma má ideia.
Os casamentos são um dia tão especial e mágico. Eu ADORO fotografar casamentos exactamente porque é um dia feliz, onde há tanto amor no ar e onde podemos mostrar o que valemos. Mas os casamentos também têm um lado difícil: eles testam ao máximo os nossos níveis de energia quando somos os fotógrafos e os videógrafos. Um casamento normal em Portugal requer cerca de 12 a 14 horas de trabalho da nossa parte. Os pézinhos doem no final e apesar de ser um trabalho super divertido, é extremamente exigente no que toca a criatividade, atenção ao detalhe, estar preparado para subir a cadeiras, ou a pedras, subir e descer escadas a correr com material caro e pesado ao ombro, subir a varandas para conseguirmos aquele frame maravilhoso. Eu adoro-o. Adoro a adrenalina, a emoção. Mas estou com 29 anos. É normal. Sou jovem, estou no meu pico de energia e criatividade. Mas e quando chegar aos 49? Quero continuar a ser sempre eu? A equipa não deveria crescer? Seria eu capaz de fazer isso aos meus clientes e meter os seus casamentos em risco deixando-me fotografar numa idade onde secalhar faria muito mais sentido e daria a ganhar ao projecto estando a gerir as equipas e a forma-las? Eu sei que parece pateta estar a pensar nestas coisas agora... mas para assegurar um futuro bonito para a Starling, achei que deveria começar a pensar nele agora, enquanto as coisas correm bem e tenho vida para isso... até porque no outro dia descobri finalmente que não sou imortal, quando depois de 7km corridos, me esqueci de alongar e no dia seguinte não conseguia mexer as pernas. hahahaha!
Então o que é que eu queria para a Starling? Há uma solução de a fazer crescer forte e saudável quando eu de certinha absoluta que vou estar a envelhecer com o passar do tempo, tal como toda a gente? Eu queria isto só para mim, ou estaria já disposta a começar a partilhar? No final de um dia bom ou de um dia mau, a quem é que eu quereria contar as aventuras, aconselhar-me e celebrar senão com alguém que percebesse exactamente o que eu estava a dizer?

Partilhar.
Assim, pensando no futuro e em como quero o bem da Starling e de todos os meus clientes actuais e futuros, pensei que talvez estivesse na altura de a partilhar com alguém mais novo que eu, que pudesse trazer coisas novas, novas tendências, coisas bonitas. E resultando, talvez um dia deixar entrar mais gente, jovens criativos, um passo à frente do seu tempo, apaixonados da fotografia e do vídeo de amor que precisassem de uma mão para começarem a ser fantásticos no que mais gostam de fazer. Quase como evoluir o negócio e ter uma espécie de Starling Academy ou Lab.
Eu gostei da ideia.
Quando comecei a contar isto a alguns amigos, a resposta que obtive foi de medo e precaução. Diziam que se deixasse alguém entrar no meu negócio, que essa pessoa seria uma esponja absorvente de informação até se sentir pronta para sair e criar ela a sua Starling com todo o conhecimento que eu passasse.
Sim, pode sempre acontecer.
Sim, posso falhar. Mas e se eu voar?
E se eu fizesse bem as coisas? E se eu me conseguisse tornar numa boa líder em vez de uma chefe? E se eu ensinasse bem, inspirasse essa pessoa, fizesse o seu amor pela Starling crescer bonito como o meu é e as coisas começassem a andar para a frente com mais energia, amor e alegria?
Duas pessoas conseguem fazer mais que uma. Duas pessoas a fazer coisas giras, juntas. E quem sabe mais, num futuro?
Partilhar o peso de forma saudável não só vai-nos trazer qualidade de vida, como poderei estar a oferecer a esta pessoa uma oportunidade que eu não tive.
Soa-me bem, por isso porque é que não haveria de ser bom? Porque é que deveria guardar para mim? Dinheiro? E depois não ter tempo onde o gastar? Nunca aspirei a ser rica. Quero estar confortável, e ter uma vida simples e feliz.
E se falhar, de certeza que aprendi algo de bom.

Inspiração.
Então tive de deixar as coisas todas um bocadinho de parte... tal como aconteceu com o blogue (descuuuulpeeeemmm!!), para poder levantar a cabeça do computador e começar a ver o que estava à frente dos meus olhos. Tentar encontrar alguém em quem pudesse confiar, alguém que sem saber, também me pudesse inspirar a ser melhor, mais criativa e melhor pessoa.
Foi assim que conheci esta menina. Bem, conhecer não, porque já a tinha conhecido um dia enquanto filmava um trabalho. Mas ao dar-lhe boleia para casa prometemos encontrar-nos um dia para falarmos.
Mais tarde, ela contou-me que estava a vender a casa toda para comprar equipamento fotográfico. Agora tinha praticamente o colchão, um tripé e a sua câmara, e que não precisava de muito mais. Agora queria aprender fotografia e estava a praticar com amigos.
Decidi fazer-lhe um teste, e convidei-a para uma das minhas e-sessions. Nesse dia, enquanto esperava que ela chegasse ao carro, vejo-a a ajudar alguém a atravessar a rua. De repente, e com as coisas que já lhe conhecia, ao ver o seu acto de generosidade sem esperar nada em troca, fiquei absolutamente invadida de ocitocina. Tudo naquele momento me fez sentido, e vi unicórnios e arco-íris, vi-me nela, e sem saber explicar, recuei anos atrás e vi-me a começar. Senti que a queria meter debaixo do meu braço e ensinar-lhe o que sei. Dar-lhe o meu tempo e energia.



Desafios.
Conversámos sobre expectativas e sobre a minha falta de conhecimento no que é ser um líder perfeito mas vontade de tentar, e ela está desde hoje a começar a sentar-se ao meu lado. Mal posso esperar para vos apresentar.
Não sei por onde começar, não sei onde é que isto vai dar. É um desafio também para mim, ter alguém pela primeira vez debaixo da minha alçada, partilhar o meu método de trabalho, a minha mesa, o facebook da Starling, os emails, conhecimento e equipamento.
Mas sinto um entusiasmo que já são sentia há muito tempo.
Hoje a primeira lição foi sobre empatia (a habilidade de nos colocarmos no lugar do outro), e vou tirar-lhe fotografias. Não para lhe dar fotos de perfil de facebook, mas porque acredito que para se ser um bom fotógrafo temos de saber o que é estar do outro lado. Só dessa forma é que poderemos realmente compreender os nervos de quem está do lado de lá, o conforto, a timidez. É tão mais fácil apontar a lente do que tê-la apontada a nós. Eu própria ainda fico tímida quando a Marta me fotografa, mas acho que isso faz de mim melhor pessoa. E vai ser assim a minha lição número um.
E foi assim que encontrei a minha próxima grande coisa. O meu novo projecto dentro do meu projecto. E tenho dormido tão contente.
E mal posso esperar pela época dos casamentos que já está aí a rebentar. Em Junho tenho quatro!
Ora venham eles! Tão bom!


Love, Lu*
PS: Estas fotografias (e muitas mais que vos mostrarei) foram tiradas pela querida Bárbara Araújo, uma nova amiga por quem tenho muito carinho e que mas ofereceu como prenda de aniversário em Abril. Ao conversarmos as duas exactamente sobre o que me andava a deixar em baixo, desisnpirada e desnorteada no trabalho, ela sentiu que umas fotografias ao acordar me poderiam ajudar a fazer-me sentir melhor. E ajudaram. Obrigada, Babá.


I've been absent from the blog, I know. Even the other day, while having dinner out, a lovely lady told me she missed reading my posts. It made my heart melt, and I knew I couldn't be silent no more.
I'm alright, don't worry. But I had to take some time off to organize my head and my future plans.
I always thought there was something wrong with me when after two years working on the same thing I'd lose interest because I felt like there was nothing new to learn. If it didn't teach me new, exciting things, if I had stopped growing in a company, I would start to feel sad, unsafe and would start searching for my next big thing.
Lately I had started to have the same feeling again, but this time, it was not something I could simply leave. It was my life long-work we were talking about. Something I started with sweat and tears and hard work. So why was I feeling sad, even when in my life I had never had so much work and so many weddings booked? (I'm on 16 weddings right now and counting. I am so grateful for all the amazing couples who booked me for their special days. I promise I will work my heart out to tell the most amazing stories and make you happy when you see your pictures).
But back on track: I still loved what I was doing, but I was missing something. Kinda like as if I had hit a wall and there was nothing new coming in. Because my ultimate goal is not to be known and book a lot of work. My ultimate goal is to continue learning and inspiring people, to find new things everyday at what I do, feel mesmerised at new styles and wanting to learn them, feel happy in the morning when I wake up and have the time to do all that, and book a lot of work at the same time. But the first part, the learning one ceased to happen for a while, and I was feeling lost. Like I had seen it all. Nothing was bringing be the urge to do new. And suddenly I felt really lonely.
I could never kill my Starling. I love it with all my heart, and it is my one true baby. So in my head, I had to start analysing what was going wrong. When I finally sat down and decided I would never quit on it, it came to my mind. - I needed to organize myself, stop everything around me and focus on it. Find the bits and pieces that made me happy and glue them together with magic. I know that if I mastered this, I would find my next big thing, and be more happy again:

Time.
The first problem I noticed was that I was really lacking time for everything. Answering 100 emails a day was keeping me away from editing. Not editing, meant that eventually, to make it to deliver the work in time I would have to work faster and cut on other things that made me happy, like being around friends, sharing new experiences, going out for dinner with Miguel or even just sit down and lose myself for hours on Pinterest, getting inspired. I had no time for me or for work. So it all was a big, messy snowball that didn't stop rolling down. There had to be a time for everything, I had to figure that out.

Future.
I started making that exercise of where I'd like to see myself in 10 or 20 years. The idea of me still photographing weddings at the age of 49 didn't seem like a bad idea. It would mean that I had made it, that the business had grown, but thinking about it all the way, maybe it was also a bad idea. Weddings are such an amazing day. I love photographing weddings because everybody is so happy and there is so much love in the air. But it is also something that tests your energy levels when you are the photographer or the videographer. On a regular wedding day in Portugal, you can work up to 12-14 hours straight. Your feet always hurt in the end, and besides being an amazing job, it requires constant creativity, attention to detail, being ready to climb on chairs, rocks, stairs, run like hell, to get that one amazing shot. I love it. But I am 29. I am on the right time to do it. I'm young, I'm filled with energy, and I'm on the peek of my strengths. But what about when I reach 49? Photographing a wedding is something of such responsibility. Would I still want to make them, with the possibility of not having the energy to keep up with them? Would I do that to my clients? I could never put their pictures and videos at risk. I know it kinda seems to soon to think about it, but trust me, its not. And I just kinda found out that I'm not immortal the other day, when I ran 7km straight, forgot to stretch after and couldn't move a leg the next day. hahaha!
So what did I want for Starling? Was there a way to make it live strong and healthy when I sure will be getting old just like everybody else? And what about celebration of a good work? Did I want to have it all to myself? At the end of a good or bad day, who would I tell all the adventures to or celebrate them with that understood exactly what it felt like?

Sharing.
So thinking about the future, and how I really want the best for Starling and all my future clients, made me think that maybe now was the time to start sharing it, with someone younger than me, who had even more energy than me at 29. And with this, who knows, maybe let more people in, young creative, who are ahead of their time, in love with photography and who just need a hand to start being awesome at this thing. Kinda like having a Starling Academy. I liked the idea.
When I spoke about this to friends, they told me that if I chose to let someone in into my business, the most likely thing that would happen would be me teaching everything I know to that person, and then that person would fly away with all the knowledge and create their own Starling. True, it can happen. 
I can fail. But what if I fly?
What if I do it right? What if I turn myself into a good leader, instead of a boss (God knows I don't wanna be someone's boss)? What if I can teach right, inspire that person, make her or he love Starling as much as I do and it starts moving forward with even more energy, love, and happiness? Two people instead of one. Two people doing things. Beautiful things together. And who knows how many in the future?
Sharing the weight in a healthy way will not only bring us more quality of life, as I'll be offering someone the opportunities I never had, the help I never had. It sounds good, right? So why shouldn't it be good? Why should I keep something so pretty all to myself? Because of the money? Keep it all to myself and do nothing with it because I have no time to spend it? I never aspired to be rich. I want to have a comfortable healthy and happy life.
And if I fail, I failed. And I'll get up again, because I'll have learned something good out of it.

Inspiration.
So I had to leave everything a bit behind, just like I did with the blog... (sorrryyyyyy!!!) so that I could lift my head up and see what was actually in front of my eyes. Try to find someone whom I could trust for this, who could without knowing, inspire me to be better, more creative, a nicer person.
Thats how I met this new girl. Well, not met-met, because I had been with her before, but I finally could SEE her. We had met at a work I was filming and I gave her a ride home. We promised to talk again soon.
One day, she told me she was selling her entire house to buy photography equipment. She now only had her mattress, her tripod and camera. And that she didn't need more. Now she wanted to learn how to be a good photographer. She was practicing at home and with friends.
So I decided to test her, and invited her to come with me to one of my e-sessions. So on that day, I stopped the car, and waited for her, who was coming from the end of the avenue. And then she helped a lady cross the street. Suddenly, and with all the things I knew about her so far, and seeing the act of generosity expecting nothing in return, I was filled with oxytocin. Suddenly, that moment meant unicorns and rainbows and I felt like I could see myself in her, when I started my journey. I felt inspired, I felt like I wanted to put her under my arm and teach her all I know. Give her my time and energy.

Challenges.
We spoke a lot about expectations and my lack of knowledge on how to be the most perfect leader there can be but that I would give all I have trying, and she is now going to start working with me at Starling. I cannot wait to introduce you to her.
I know nothing about leadership. I don't know how this is gonna go. Its also a challenge for me, to have someone for the first time sharing my way of working... sharing my table, sharing my facebook account, emails, knowledge and equipment.
But I can't help but to feel an excitement I hadn't felt in a long, long time.
Todays lesson number one will be empathy. The ability to put yourself into another persons shoe. I will take her outside, and I'll take pictures of her. Not because of her profile pics for facebook or to simply give her new pics, which she will have, but because I believe that for you to become a good photographer, you have to know how it feels to be on the other side of the camera as well. Be photographed, have your pictures taken, feel what your clients feel, either if they feel comfortable with pictures, but specially if they've never done it before, if they never liked seeing themselves on portraits, if its a wife who brings her husband and he is real shy. Pointing a camera is easier than having it pointed at you. I still get nervous every time Marta takes pics of me. But it makes me humble and a better person. This will be todays lesson number one.
So suddenly, I found my next big thing. And I've been sleeping so well at night. And I can't wait for wedding season to really begin.

Love, Lu*

PS: These pics (and many more that I'll show you in the near future) were taken by the sweet Bárbara Araújo, a new friend that I really cherish and who took them as a birthday gift to me in April. While talking about work, I once told her I was feeling kinda lost on my next big thing, and she thought a few snaps would make me feel better. They did. Thank you Babá.

11 comentários:

  1. Ciao bella Lu,

    Continuo a ler o teu blog e continuas a inspirar-me :) Adoro a tua força de vontade, criatividade, e bondade que metes nessas palavras para os teus "followers". Quando preciso de me lembrar que as coisas não se fazem sozinhas e que é preciso meter mãos à obra (sem ter medo)...venho aqui ao "doceparaomeudoce" e carrego as minhas baterias de energias positivas que mandas através de uma fotografia, de uma música dos "Cochaise", de uma palavra ou simplesmente através os teus projectos e ideias para o futuro (tal como este Next Big Thing!).
    Obrigada! Grazie!

    Bem, espero que nao acabes mesmo com a ideia de fazer casamentos porque ainda não tenho anel mas já sei quem vai tirar as fotos ;)) Mas antes do casamento...ainda gostaria de uma sessão fotográfica este ano para marcar os meus 30 anos. Antes de ir a Portugal digo-te!

    Beijinhos from Sweetzerland !

    ps: já tenho saudades de os nossos encontros nas aulas de Zumba!

    Cristel (uma suissinha cheia de saudades de Lisboa)

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  2. Palavras bonitas saídas de um coração ainda mais bonito. É muito bom ler-te ;)

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  3. A tua generosidade encanta-me!
    Até breve! *
    Muito sucesso!

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  4. Estava a ler o teu post e a ler a minha mente ao mesmo tempo. Tudo faz sentido e esse é mesmo o caminho... Espero um dia poder acompanhar e fazer parte desses teus sonhos... O nosso café n está esquecido ;). Beijinho e boa sorte! Tem tudo para dar certo!!

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  5. Adorei este post. Identifico-me imenso com a situacao, preciso de desafio constante e entedio-me relativamente rápido, o que me dá medo. A solucao é mesmo ir um pouco mais além, e em vez de mudar, puxar um bocadinho mais pelo que temos :) Boa sorte para o projecto!

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  6. Que lindas palavras minha querida!
    É um prazer ler as tuas palavras e ver as tuas fotografias.
    É com muito gosto que sempre que posso te faço muita publicidade e é com muita vontade que desejamos fazer uma sessão de fotografia contigo... afinal depois do nosso video queremos mais. Queremos muito mais.
    Sou um bocadinho como tu e embora goste muito do que faço, tenho vontade de fazer tanta coisa diferente que nem sei se vou conseguir fazer metade :D , mas a verdade é que desde que leio o teu blogue e acompanho o teu trabalho que tenho ainda mais a certeza que devemos correr atrás do que desejamos e muito.
    Não tenhas medo de partilhar o conhecimento, porque estás também a partilhar o teu amor. E quanto mais partilhamos mais recebemos de volta :)
    Beijinhos :*

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  7. Adorei ler este post! Fotos bonitas e palavras sinceras, escritas com carinho e amor, muito amor, sempre. Tive o privilégio de estar contigo há uns meses, mas na altura nem falámos e fiquei com pena. Depois quando descobri que este blog era escrito por ti, achei uma coincidência incrível e tem sido por aqui que te tenho conhecido, pelas palavras, pelas fotos, pela partilha de experiências. Tem sido por aqui também que me tens inspirado e leio este post numa altura em que me faz tanto, mas tanto sentido... Estou numa situação um pouco diferente porque estou empregada por conta de outrem, mas preciso de uma mudança na minha vida profissional, sinto-me a bater contra a parede há demasiado tempo sem retorno, sem nada de novo para aprender, sem motivação ou excitação... Mas também gosto de fazer várias coisas e ainda não consegui organizar as minhas ideias para perceber como poderia pô-las em prática, como conseguir deixar um emprego que não me faz feliz e criar um projeto meu, algo que me apaixone e não me faça sentir como me sinto agora... Obrigada por este teu post, mais um ponto de inspiração para me ajudar a sair desta minha encruzilhada!

    http://eassimsoumaisfeliz.blogspot.pt/

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  8. Que sorte! Trabalhar contigo deve ser sem dúvida uma inspiração e uma delicia. Muita sorte e espero que corra tudo bem *

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    1. Quem sabe também um dia chegas lá. Continua a lutar pelos teus objectivos e pelos teus sonhos e lá chegarás.

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  9. Adorei este post. Foi um prazer enorme conhecer-te. Vai ficar para sempre na minha memória a bonita sessão que as minhas filhas adoráveis me proporcionaram, e acima de tudo, toda a disponibilidade e paciência que demonstraste. És uma fonte de inspiração. Beijinhos PR

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  10. És grande Lu! És sem dúvida uma grande inspiração. Tatoo nova? Linda mandala! Adoro :-) Que tal um post sobre esta matéria? Beijinhos e Muita Sorte e Saude são os votos desta assidua leitora.

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