A nova menina Starling. // The new Starling girl.


Esta é a Bia.
Ela tem uma suavidade matinal que se prolonga e se intensifica no encaminhar do dia. Passa horas numa boa conversa, enquanto o seu chá arrefece e ainda assim, insiste em bebê-lo até ao fim, já que a sua delicadeza selvagem faz daquele chá, um momento... de alegria e de paixão, com uma pitada de inspirações do que a rodeia, tornando-o numa viajem sobre o que imagina ser quando for grande.


Sim, ainda se acha uma pequena menina com vontade de inspirar pessoas através da fotografia, e que de alguma forma essas mesmas fotografias encham o coração de quem nelas está, tal como enchem o seu.


Ela não sabe de nada, mas eu comprei-lhe um presente. Conto que o descubra assim que lhe disser "Olha Bia, já te apresentei no Doce!".
A partir de dia 16 de Julho ela começa o curso de iniciação de técnica fotográfica do Instituto Português de Fotografia. Espero que a faça feliz, e que a motive ainda mais nesta jornada bonita que tem pela frente. Eu estou a ser inundada por alguma toxina da felicidade que não consigo descrever. É quase como se estivesse a comprar uma prenda para mim. Um dia ensinaram-me que os presentes mais verdadeiros são aqueles que gostávamos de ter para nós. Hoje compreendo o que isso quer dizer.




Voa alto, miúda bonita... e ensina-me coisas a mim também, que decerto vais aprender truques incríveis! Depois, cá te espero, para aprenderes a estética Starling, que em breve também vai ser tua.
Love, Lu*

PS: Este post vem completar este e espreitem o Pinterest da Bia!

This is Bia.
She has morning mildness that grows into the day. She loves spending time on a good conversation while sipping her tea and letting it cool... but even then, she drinks it till the end, since her delicate wildness transforms that tea in a moment of joy, passion and bits and pieces of inspiration of whats around her, turning it into a journey of how she sees herself in the future.
Yep, she still sees herself as a young little lady, willing to inspire people through photography, and hoping her pics will fill peoples hearts as they fill hers.
She doesn't know yet, but I bought her a present. I am hoping she'll find it as soon as I let her know about this post and invite her to read it.
Starting this July 16th, she'll join the photography initiation course at the Portuguese Photography Institute. I hope it'll make her happy, and motivate her in this journey that's about to begin. I am feeling so happy like I hadn't been in a long long time. Like as if I was buying the most precious gift to myself. I once learned that the true presents are the ones you'd like to have to yourself... and now I understand the meaning.
Fly high in the sky, sweet lady. Teach me new tricks as you learn them, and I'll be here, waiting for you, to teach you the Starling secrets that will also be yours.
Love, Lu*

PS: This post completes this one and take a look at Bias Pinterest!

On planning an alternative wedding - Location


Nem sei como começar este texto na verdade... Quando penso no que penei para encontrar um local para fazermos a nossa festa até me passa um calafrio pela espinha.
Não quero que pensem que isto é um post negativo. Na verdade, eu aprendi muito com esta experiência e decidi que deveria partilhar convosco alguns detalhes que achei mais hilariantes. Por isso, se vos ajudar, já é um post extremamente positivo. Para já, tudo passou. Já temos o nosso local (FINALMENTE) e para nós é absolutamente perfeito. Exactamente o que precisávamos, divertido e inesperado (acompanhado de um excelente preço, o que dá muito jeito). Acreditamos que é mesmo aquilo, e que tem o toque de alternativo que procurávamos. Acho até que vamos começar uma moda com o local, já que vai ser o primeiro casamento ali realizado.
Ok, vamos lá ao que interessa: Recapitulando, não queríamos um local típico de casamentos. Depois, também queríamos que o espaço nos deixasse celebrar até muito tarde (ou cedo, dependente da perspectiva), e por último, queríamos muito Lisboa central, para que os amigos e familiares pudessem deixar o carro em casa e ir de táxi (ou UBER!).
Por isso aqui estão alguns pontos que aprendi ao procurar o nosso espaço:



1. Preços
É absolutamente ridículo ver os preços que te fazem quando ouvem dizer que é para um casamento em vez de por exemplo, uma festa de anos. Tudo é mais caro. Flores, o vestido, e especialmente o local. Do género de se querer cobrar uma enormidade por um espaço quando para um aniversário não cobram nada porque enchemos aquilo com cerca de 150 pessoas.
Estejam preparados para isto ao procurarem pelo vosso espaço de casamento. Não se surpreendam muito com os valores. É  mesmo assim que acontece em todo o lado. Procurem (muito), encontrem o espaço de que mais gostam e tentem fechar um bom negócio.

2. A falta de alternatividade (esta palavra existe??)
Oh existem muitos sítios alternativos por Lisboa para fazerem os vossos casamentos. Mas a maior parte ou não tem a visão que vocês têm, e por isso não mostram qualquer interesse em fazer casamentos, outros percebem o que vocês querem dizer e tentam cobrar uma estupidez de valores sem mais nada incluído a não ser o espaço, outros são exactamente aquilo que vocês procuram mas assumidamente não fazem casamentos.
Aqui aprendi que temos de ser extra pacientes e que quando ficarmos sem mais ideias para locais, em vez de só assaltarmos a internet (porque a net mostra aqueles sites catalogados com locais na maioria nada alternativos), perguntem aos vossos amigos! Especialmente aos mais alternativos e underground, porque eles vão-vos mostrar locais incríveis que vocês nem sabiam que existiam.

3. Barulho
Foi muito importante para nós encontrarmos um espaço onde pudéssemos ter bandas e DJs a tocar. Por isso a minha grande aprendizagem aqui foi aceitar que há espaços que não deixam que se faça festa a partir da meia noite, uma ou duas da manhã e que temos de simplesmente meter estes locais de parte. Por muito que me custasse, eu percebi que no dia, acima de tudo, é mais importante para nós dançarmos até ficarmos cansados do que um local absolutamente perfeito mas que fecha depois do jantar.

4. Espaços que não respondem em empo útil
Também aprendi a desistir de todos os sítios que não me respondiam em pelo menos uma semana. É  que só um email a dizer que estavam ocupados no momento mas que se iam esforçar por responder dentro dos próximos dias já me faria esperar. Se são assim quando fazemos um primeiro contacto, como é que vão ser quando estiver tudo aprovado e a poucos dias da festa?

5. Ideias malucas
Não confiem num espaço que vos diga que vai querer ficar com a vossa decoração se gostar dela, sem qualquer custo da parte deles;
Não confiem numa equipa que acredita mesmo que consegue ter a vossa festa a acontecer ao mesmo tempo que na sala ao lado tem uma peça de teatro a decorrer. Peça essa que ainda não sabem se vão fechar para Setembro ou não, porque ainda não têm a agenda planeada para essa altura, mas que na eventualidade de haver uma proposta de uma equipa, não querem perder o dinheiro dos espectadores e dos noivos. Tudo ao mesmo tempo, mesmo com música a dar do nosso lado da festa. Tipo... hã?!

6. Esperem
Eu decidi que o melhor no meio de tudo seria esperar pelo Miguel para tomar decisões finais neste aspecto, embora tivesse ficado do meu lado a responsabilidade do local. MELHOR IDEIA DE SEMPRE. Com ele cá em Portugal, saiu um peso enorme dos meu ombros, e juntos pensámos melhor. Tomem decisões em conjunto em tudo. Isto também faz com que ambas as partes sintam que a festa é dos dois, o que na verdade é mesmo! :D

7. Felicidade
Tentem manter sempre a calma, escrevam objectivos palpáveis, vejam todos os espaços, mesmo aqueles que não soem tão bem, ou onde já tenham estado no passado e não tenham gostado. Eles podem estar diferentes agora! Foi assim que encontrámos o nosso (que depois vos digo qual é... não quero dar "azar". Hhaha!). O Miguel tinha lá tocado há uns anos atrás com a sua banda e eu tinha odiado o local. Fui com expectativas baixíssimas fazer a visita e apaixonei-me. Está maravilhoso, alternativo e bonito.
Não se esqueçam também que o que quer encontrem com o budget que têm vai ser perfeito. Não metam demasiada pressão em cima de vocês como eu o fiz comigo mesma. Vão acabar frustradas, tristes e a querer desistir. Estejam felizes, é para a vossa festa! Aqui ficam algumas sugestões de locais alternativos de que gostámos para a nossa festa. Alguns resultavam, outros não, e quem sabe não sejam os perfeitos para o vosso:
- Santiago Alquimista, Clube Ferroviário, Fábrica do Braço de Prata, Eka Palace, Teatro da Comuna, Voz do Operário, Caixa Económica Operária, Kais, Fábrica da Pólvora, LX Factory, Museu da Carris, Museu dos Coches, Museu do traje, Museu do Azulejo, Taberna das Almas, Village Underground Lisboa, Ateneu, Coolares Market, and so on...


Hoje é também o dia em que vos apresento a minha wedding planner! No meu próximo post ela terá todo o tempo de antena mas ainda assim não resisti em pedir-lhe que vos deixasse umas dicas, porque ela sim percebe realmente deste assunto. haha!
Assim, podem ler abaixo uma diferente perspectiva e outros tópicos super importantes no que conta a encontrarem o local perfeito para a vossa festa!
Espero ter ajudado muito!
Podem sempre ajudar a completar a lista de locais ou de dicas nos comentários. Tudo é bem-vindo.
Love, Lu*




Quando cheguei à Festa da Lu e do Miguel, já o espaço estava escolhido (aviso à navegação: é lindo de morrer! A cara deles, a cara da festa que escolheram!). Como sabem, foi uma tarefa árdua, estava bem definido o que queriam e, acima de tudo, o que não queriam: não aos espaços tradicionais de casamentos, às quintas e aos restaurantes!
Tenho de admitir que é de muita coragem, até porque pode ser um percurso frustrante de pesquisa, escolha e gestão desta opção (é ou não verdade, Lu?). Mas se se souberem rodear dos profissionais certos, essa opção pode significar mesmo um casamento memorável.
Mas se existem questões que nunca devem ser esquecidas na escolha do local da festa de casamento, quando optam por um espaço fora do tradicional, não facilitem mesmo!

Capacidade – Se tiverem 150 convidados, não optem por um espaço com capacidade para 100 pessoas. Não vai correr bem, garanto-vos. A minha sugestão é que escolham um espaço que tenha, no mínimo, uma capacidade para mais 20% do número de convidados.



Segurança e higiene – Especialmente, quando a opção recai sobre um espaço destinado a outras funções, a segurança dos convidados torna-se um dos aspectos mais importantes que devem ter em conta: confirmem questões como a solidez da estrutura para albergar o vosso número de convidados, a potência eléctrica disponível, a existência de equipamento de segurança (extintores, alarmes, detectores de fogo, etc), confirmem a existência e localização das saídas de emergência.

Relativamente à higiene, confirmem o número de casas-de-banho existente (não, 2 casas-de-banho para 200 convidados, não dá!) e o seu estado de conservação, as condições para confecção e preparação do catering (antes de fazer a escolha definitiva do espaço, façam uma visita técnica com um profissional da área).



Serviços incluídos – Aqui, a questão preço, é a mais relevante! Não se decidam por um espaço fantástico, que é a vossa cara, sem ter a certeza de que serviços estão incluídos. Isto pode gerar inúmeras surpresas e arruinar o vosso orçamento. Peçam várias propostas, comparem os serviços incluídos e calculem os serviços que necessitam de contratar à parte.

Flexibilidade – Se um espaço vos agrada, tem um valor simpático e está dentro do vosso orçamento, está na hora de analisar as restrições de utilização e de contratação de serviços externos. Avaliem a flexibilidade para contratação de serviços a fornecedores externos (muitos espaços têm contratos de exclusividade com empresas de caterings, de decoração, animação, percebam se estes são adequados e respondem ao tipo de casamento que pretendem) e especial atenção ao licenciamento para a realização da festa após determinadas horas (acreditem, não vão querer ter a polícia a acabar com a vossa festa de casamento à 1:00 hora da manhã!).
Analisem bem os custos destes serviços, eles são determinantes no valor final do espaço escolhido e, muitas vezes, têm um peso significativo no vosso orçamento!



Acessibilidade – A festa é vossa, mas o conforto dos vossos convidados é determinante para o sucesso do vosso casamento! Esqueçam lá a casa perdida no meio do mato, onde demoramos 1 hora a chegar e é impossível utilizar o GPS ou o telemóvel porque, simplesmente, não há rede! Se esse for o vosso espaço, aluguem o transporte para levar os convidados, façam-no com bastante originalidade e não serão esquecidos!
Sempre que verifiquem que o local não é de acesso intuitivo ou não tem estacionamento próprio, prevejam alternativas confortáveis: indiquem qual a melhor forma de contactar um táxi, as alternativas de estacionamento mais próximas, disponibilizem um mapa de acesso, o mais claro possível (façam várias viagens a testar os caminhos indicados).
Este tema está muito dependente do tipo de convidados que irão ter, mas lembrem-se ainda que há sempre um avô, uma tia que terá maior dificuldade de locomoção e até a própria disposição e circulação dentro do espaço pode ser um grande constrangimento.

Beijinhos!
Rita.


I don't even know how to start this text, to be true to you... Every time I think about how hard it was to find a place that fitted our needs and personalities for our party, I get shivers down my spine.
I don't want you to think that this is a negative post. Actually, I learned a lot of really good things that I want want to share with you, if you are right now searching for your venue. So if it actually helps you, then this is a very positive post! Then, we are so glad we found a place that is so beautiful, fun and unexpected (and also, at a very good price!). I believe it is just what we need, and that it has the right amount of space and alternativeness to be our wedding venue.
Ok, so first things first: We didn't want a typical wedding venue place. We like things that are more alternative, and that don't look weddingish at all. 
Then, we also wanted to start the celebration late, but end it early in the morning (the next day.... haha!). 
Last but not least, we really wanted it to happen in central Lisbon, so that everybody could leave their cars at home and take a cab. The bad part about it, is that in Central Lisbon, you can't really make much noise.
So here are a few things I learned while trying to find our perfect venue:

1. Prices
It is absolutely ridiculous how prices vary when you say you are having your wedding party instead of a birthday party, for example. From flowers, to your dress, to location, everybody goes crazy trying to get a larger amount just because its a wedding. Like from charging nothing for the venue if you bring 150 to your birthday or wanting a stupid amount for the same number of people, but for a wedding.
So be ready when trying to find a wedding venue. Don't be surprised at the prices. Its just the way it is. Search (a lot), find the place that suits you best, get the best deal you can.

2. Lack of alternative wedding venues
Oh there are a lot of alternative places that could be your wedding venue in Lisbon. But some can't really see it the way you see it, so they don't really have the interest, others see it so they charge enormous amounts, and others have just the thing, but its not their core business to rent for weddings. Here I learned that I had to be extra patient, and that when I was done with all my ideas for places, the best thing I did was to ask friends for help. Specially the most alternative and underground type which I love. They came up with amazing spots that I didn't know existed.

3. Noise.
It was really important to us that we could have an amazing party, with bands and DJs. So I learned to let go of all the places I loved but that told me they would have to close the space and shut everything down by midnight, 1am or 2am. This made me despair a couple of times, cause I really liked some of these spots, but thinking our place had to be somewhere made it a bit easier to let go.

4. Not responding on normal time.
I quit on everybody who took more than a week to answer to my emails and phone calls. It just showed lack of interest. Even if they had it, but didn't have much time, they could at least have sent me an email saying " Ana Luisa, we received your contact submission. Thank you. We are currently facing some challenges but will answer in x days."
If you take 7 days to answer to my first email, how will you be when times get crazier around the wedding day?

5. Crazy ideas
Do not trust a venue that says they want to keep your decor if they like it at no cost at all. It happened to me.
Do not trust a team who really believes they can hold your wedding and other costumers on the same space, on your wedding day for a theatre play... like... wtf?

6. Wait
I decided I'd wait for Miguel to make the final decisions. Best decision EVER. He took an enormous weight out of my shoulders.
If you are getting married to another person, count on that person to help you and take a part on planning your day.

7. Be happy
Try to maintain calm, make tangible goals, go see every space, even the ones that don't sound so good or that you've been in the past and didn't like. They might be different now. Thats how we found ours! Miguel had played with his band there a few years before and I hated it. Today, and after some construction work, it looks just like what we wanted.
Whatever you find that fits your budget will be just perfect. Don't put too much pressure on yourself like I did. You'll end up sad, frustrated and wanting to give up. Be happy. 

Today is also the day I'd like to introduce you to my wedding planner! On my next post we'll be telling you more about her, but we couldn't wait to have her writing some really good advice on location if you are planning an alternative wedding (this also counts for traditional and every other kind!). Here you can get another perspective on this subject. Specially from someone who actually knows what she's talking about. haha!
Read bellow! Hope this all helped!
Love, Lu*

When I got into the scenario of Lu and Miguels wedding, the location had already been chosen (hello! it is to die for! Completely their style). As you just read, it was a really hard task. They knew what they wanted and above all, what they didn't want: traditional wedding places, farms and restaurants.
I have to admit that they had a lot of courage, specially because most of the times it is a frustrating research time, choice and management (right, Lu?). But if you know how to surround yourselves with the right professionals, this alternative option can really be the most memorable wedding.
But if needed, be tough when explaining what you really want.

Capacity - If you have above 150 guests, don't pick a place that only fits 100. Trust me, it doesn't work. My suggestion is for you to choose a space that has the capacity for 20% plus the amount of your guests.

Safety and higiene - Specially when the option goes for a space destined for other functions, the safety of your guests is one of the major aspects: confirm how strong the venue is for your amount of friends and family, the energy power it can take, the existence of safety equipment like fire extinguishers, smoke alarms) and confirm the existence of emergency exits.

On the higiene matter, confirm the number of WCs available (2 don't fit 200 people, I'm sorry), if they are good and clean. See where the catering will be preparing the food, if they have enough space, and always make a technical visit with a pro before booking the location.

Included services - Here the price is always the most relevant matter! Don't just chose a place because it is so you without knowing whats included. This can bring loads of surprises and totally kill your budget. Ask second opinions and offers, compare the services, make the calculation of everything you need to add.


Flexibility - If you love a spot, if it has a good price and its in your budget, its time to analyse the restrictions on utilisation and hiring external services. Evaluate the flexibility of hiring external people (lots of places only like to work with a certain catering, decor, animation). See if they are adequate and correspond to the type of wedding you want. Make special attention to the licensing of noise and time. You don't want the police knocking on your door and shutting down your party at 1 am, right?

Accessibility - It is your party, but the comfort of your guests is super important for the well being of everybody. If you chose that lost cabin in the middle of nowhere, that no one can find on a GPS or phone, get a creative mean of transportation to your friends and family.
Verify that if the access isn't easy and intuitive, or doesn't have a parking lot you can find comfortable ways for your guests to leave their cars at home. Let them know how to call a cab, the closest parking lots, give them a really good map and test the routes you are planning for them.
This part always depends on the amount of people you will have, but remember there is always a grandfather or aunt that will struggle to get to your party, so make them feel at home.

xoxo,
Rita

My next big thing.

Eu sei que tenho andado ausente do blogue. Até no outro dia, ao jantar fora, uma menina muito querida disse-me que tinha saudades de me ler no Doce. O meu coração derreteu e percebi que já não podia estar mais em silêncio.
Eu estou bem, não se preocupem. Mas tive de tirar algum tempo para organizar a minha cabeça para os planos de futuro.
A verdade é que sempre achei que havia algo de estranho comigo quando depois de dois anos em cada empresa começava a sentir uma desmotivação gigante quando já não estava a aprender nada de novo. Se esse trabalho já não me ensinava, já não me desafiava, já não trazia à baila coisas excitantes, e que eu tinha deixado de crescer, acabava por procurar o meu próximo grande projecto. Nunca entendi os empregos para a vida, como o do meu pai e do meu avô. Sempre gostei de fazer tanta coisa, que ao fim de um tempo, o meu corpo ganhava mesmo urticária às minhas actividades diárias na empresa quando elas deixavam de apresentar qualquer novidade.



Ultimamente comecei a sentir o mesmo, mas desta vez não se tratava de algo que eu pudesse simplesmente deixar para trás. Estamos a falar do meu maior projecto... Algo que comecei com suor e lágrimas, tantas histórias lindas já contadas e muito, muito trabalho. Mas então porque é que eu me estava a sentir tão triste quando nunca na minha vida tinha tido tantos trabalhos fechados? (Tenho 16 casamentos para este ano, e sou tão e tão e tão e tão grata a todos os meus clientes. Mal posso esperar para contar as vossas histórias e prometo que vou estar sempre a 100% para que tenham as imagens mais bonitas do mundo.)
Mas voltemos ao assunto. Eu sabia que adorava o que fazia (como adoro e amo), mas faltava qualquer coisa. Era quase como se eu tivesse embatido numa parede e não estava a evoluir como queria, para mais e melhor. A minha fórmula estava ali, eu dominava-a mas e então? Acabava agora por aí? Para sempre? Eu queria reinventar-me e faltava-me inspiração para fazer mais e melhor. Porque o meu grande objectivo não é ser conhecida e marcar milhentos trabalhos. O meu grande objectivo é poder continuar a aprender e a inspirar pessoas, descobrir coisas novas todos os dias no que faço, ficar encantada com novos estilos, querer estar na vanguarda do que se faz lá fora, acordar feliz e aí sim, feliz, marcar trabalhos onde posso mostrar o que valho, o quanto cresci a cada dia e a cada mês.


Mas estava sem saber para onde me virar, via cada vez mais projectos fotográficos de casamentos a aparecer todos os dias e queria perceber onde estava o meu arco-íris, aquele que sempre me fez andar para a frente. Sentia-me perdida na inspiração. Quase como se tudo o que aparecesse já não fosse novidade, não me dava brilho nos olhos. E assim, sabendo que nunca mataria a minha querida Starling que amo com todo o meu coração, tive de começar a analisar o que estava de errado com o projecto.
Quando finalmente me sentei e fiz um desligar de tudo o resto, comecei a aperceber-me das coisas. - Eu precisava de me organizar. Encontrar os bocadinhos e as peças que me faziam feliz e colar tudo com magia. Eu sabia que se encontrasse a minha fórmula, encontraria o meu próximo grande passo que me ajudaria a voltar a ser muito muito feliz no meu projecto:

Tempo.
O meu problema principal sempre foi a falta de tempo para tudo. Se estava a responder a 100 emails por dia, isso afastava-me da edição. Não editar significava que eventualmente, faria noitadas, e que cortaria noutras coisas que me fazem feliz, como rodear-me de amigos, partilhar experiências, sair para jantar fora com o Miguel ou até simplesmente sentar-me a apreciar o Pinterest, ganhar inspiração.
Eu não tinha tempo nem para mim nem para o trabalho... nunca, e isso estava a transformar-se numa bola de neve tão grande e que continuava sempre a descer. Eu tinha de descobrir como fazer as coisas em tempo útil, de forma eficaz e que me fizesse feliz.



Futuro.
Comecei a fazer o exercício de onde gostaria de me ver daí a 10 ou 20 anos. A ideia de mim ainda a fotografar casamentos aos 49 não me pareceu uma má ideia. Quereria dizer que tinha conseguido, que o negócio tinha crescido... mas pensando bem em tudo, também poderia ser uma má ideia.
Os casamentos são um dia tão especial e mágico. Eu ADORO fotografar casamentos exactamente porque é um dia feliz, onde há tanto amor no ar e onde podemos mostrar o que valemos. Mas os casamentos também têm um lado difícil: eles testam ao máximo os nossos níveis de energia quando somos os fotógrafos e os videógrafos. Um casamento normal em Portugal requer cerca de 12 a 14 horas de trabalho da nossa parte. Os pézinhos doem no final e apesar de ser um trabalho super divertido, é extremamente exigente no que toca a criatividade, atenção ao detalhe, estar preparado para subir a cadeiras, ou a pedras, subir e descer escadas a correr com material caro e pesado ao ombro, subir a varandas para conseguirmos aquele frame maravilhoso. Eu adoro-o. Adoro a adrenalina, a emoção. Mas estou com 29 anos. É normal. Sou jovem, estou no meu pico de energia e criatividade. Mas e quando chegar aos 49? Quero continuar a ser sempre eu? A equipa não deveria crescer? Seria eu capaz de fazer isso aos meus clientes e meter os seus casamentos em risco deixando-me fotografar numa idade onde secalhar faria muito mais sentido e daria a ganhar ao projecto estando a gerir as equipas e a forma-las? Eu sei que parece pateta estar a pensar nestas coisas agora... mas para assegurar um futuro bonito para a Starling, achei que deveria começar a pensar nele agora, enquanto as coisas correm bem e tenho vida para isso... até porque no outro dia descobri finalmente que não sou imortal, quando depois de 7km corridos, me esqueci de alongar e no dia seguinte não conseguia mexer as pernas. hahahaha!
Então o que é que eu queria para a Starling? Há uma solução de a fazer crescer forte e saudável quando eu de certinha absoluta que vou estar a envelhecer com o passar do tempo, tal como toda a gente? Eu queria isto só para mim, ou estaria já disposta a começar a partilhar? No final de um dia bom ou de um dia mau, a quem é que eu quereria contar as aventuras, aconselhar-me e celebrar senão com alguém que percebesse exactamente o que eu estava a dizer?

Partilhar.
Assim, pensando no futuro e em como quero o bem da Starling e de todos os meus clientes actuais e futuros, pensei que talvez estivesse na altura de a partilhar com alguém mais novo que eu, que pudesse trazer coisas novas, novas tendências, coisas bonitas. E resultando, talvez um dia deixar entrar mais gente, jovens criativos, um passo à frente do seu tempo, apaixonados da fotografia e do vídeo de amor que precisassem de uma mão para começarem a ser fantásticos no que mais gostam de fazer. Quase como evoluir o negócio e ter uma espécie de Starling Academy ou Lab.
Eu gostei da ideia.
Quando comecei a contar isto a alguns amigos, a resposta que obtive foi de medo e precaução. Diziam que se deixasse alguém entrar no meu negócio, que essa pessoa seria uma esponja absorvente de informação até se sentir pronta para sair e criar ela a sua Starling com todo o conhecimento que eu passasse.
Sim, pode sempre acontecer.
Sim, posso falhar. Mas e se eu voar?
E se eu fizesse bem as coisas? E se eu me conseguisse tornar numa boa líder em vez de uma chefe? E se eu ensinasse bem, inspirasse essa pessoa, fizesse o seu amor pela Starling crescer bonito como o meu é e as coisas começassem a andar para a frente com mais energia, amor e alegria?
Duas pessoas conseguem fazer mais que uma. Duas pessoas a fazer coisas giras, juntas. E quem sabe mais, num futuro?
Partilhar o peso de forma saudável não só vai-nos trazer qualidade de vida, como poderei estar a oferecer a esta pessoa uma oportunidade que eu não tive.
Soa-me bem, por isso porque é que não haveria de ser bom? Porque é que deveria guardar para mim? Dinheiro? E depois não ter tempo onde o gastar? Nunca aspirei a ser rica. Quero estar confortável, e ter uma vida simples e feliz.
E se falhar, de certeza que aprendi algo de bom.

Inspiração.
Então tive de deixar as coisas todas um bocadinho de parte... tal como aconteceu com o blogue (descuuuulpeeeemmm!!), para poder levantar a cabeça do computador e começar a ver o que estava à frente dos meus olhos. Tentar encontrar alguém em quem pudesse confiar, alguém que sem saber, também me pudesse inspirar a ser melhor, mais criativa e melhor pessoa.
Foi assim que conheci esta menina. Bem, conhecer não, porque já a tinha conhecido um dia enquanto filmava um trabalho. Mas ao dar-lhe boleia para casa prometemos encontrar-nos um dia para falarmos.
Mais tarde, ela contou-me que estava a vender a casa toda para comprar equipamento fotográfico. Agora tinha praticamente o colchão, um tripé e a sua câmara, e que não precisava de muito mais. Agora queria aprender fotografia e estava a praticar com amigos.
Decidi fazer-lhe um teste, e convidei-a para uma das minhas e-sessions. Nesse dia, enquanto esperava que ela chegasse ao carro, vejo-a a ajudar alguém a atravessar a rua. De repente, e com as coisas que já lhe conhecia, ao ver o seu acto de generosidade sem esperar nada em troca, fiquei absolutamente invadida de ocitocina. Tudo naquele momento me fez sentido, e vi unicórnios e arco-íris, vi-me nela, e sem saber explicar, recuei anos atrás e vi-me a começar. Senti que a queria meter debaixo do meu braço e ensinar-lhe o que sei. Dar-lhe o meu tempo e energia.



Desafios.
Conversámos sobre expectativas e sobre a minha falta de conhecimento no que é ser um líder perfeito mas vontade de tentar, e ela está desde hoje a começar a sentar-se ao meu lado. Mal posso esperar para vos apresentar.
Não sei por onde começar, não sei onde é que isto vai dar. É um desafio também para mim, ter alguém pela primeira vez debaixo da minha alçada, partilhar o meu método de trabalho, a minha mesa, o facebook da Starling, os emails, conhecimento e equipamento.
Mas sinto um entusiasmo que já são sentia há muito tempo.
Hoje a primeira lição foi sobre empatia (a habilidade de nos colocarmos no lugar do outro), e vou tirar-lhe fotografias. Não para lhe dar fotos de perfil de facebook, mas porque acredito que para se ser um bom fotógrafo temos de saber o que é estar do outro lado. Só dessa forma é que poderemos realmente compreender os nervos de quem está do lado de lá, o conforto, a timidez. É tão mais fácil apontar a lente do que tê-la apontada a nós. Eu própria ainda fico tímida quando a Marta me fotografa, mas acho que isso faz de mim melhor pessoa. E vai ser assim a minha lição número um.
E foi assim que encontrei a minha próxima grande coisa. O meu novo projecto dentro do meu projecto. E tenho dormido tão contente.
E mal posso esperar pela época dos casamentos que já está aí a rebentar. Em Junho tenho quatro!
Ora venham eles! Tão bom!


Love, Lu*
PS: Estas fotografias (e muitas mais que vos mostrarei) foram tiradas pela querida Bárbara Araújo, uma nova amiga por quem tenho muito carinho e que mas ofereceu como prenda de aniversário em Abril. Ao conversarmos as duas exactamente sobre o que me andava a deixar em baixo, desisnpirada e desnorteada no trabalho, ela sentiu que umas fotografias ao acordar me poderiam ajudar a fazer-me sentir melhor. E ajudaram. Obrigada, Babá.


I've been absent from the blog, I know. Even the other day, while having dinner out, a lovely lady told me she missed reading my posts. It made my heart melt, and I knew I couldn't be silent no more.
I'm alright, don't worry. But I had to take some time off to organize my head and my future plans.
I always thought there was something wrong with me when after two years working on the same thing I'd lose interest because I felt like there was nothing new to learn. If it didn't teach me new, exciting things, if I had stopped growing in a company, I would start to feel sad, unsafe and would start searching for my next big thing.
Lately I had started to have the same feeling again, but this time, it was not something I could simply leave. It was my life long-work we were talking about. Something I started with sweat and tears and hard work. So why was I feeling sad, even when in my life I had never had so much work and so many weddings booked? (I'm on 16 weddings right now and counting. I am so grateful for all the amazing couples who booked me for their special days. I promise I will work my heart out to tell the most amazing stories and make you happy when you see your pictures).
But back on track: I still loved what I was doing, but I was missing something. Kinda like as if I had hit a wall and there was nothing new coming in. Because my ultimate goal is not to be known and book a lot of work. My ultimate goal is to continue learning and inspiring people, to find new things everyday at what I do, feel mesmerised at new styles and wanting to learn them, feel happy in the morning when I wake up and have the time to do all that, and book a lot of work at the same time. But the first part, the learning one ceased to happen for a while, and I was feeling lost. Like I had seen it all. Nothing was bringing be the urge to do new. And suddenly I felt really lonely.
I could never kill my Starling. I love it with all my heart, and it is my one true baby. So in my head, I had to start analysing what was going wrong. When I finally sat down and decided I would never quit on it, it came to my mind. - I needed to organize myself, stop everything around me and focus on it. Find the bits and pieces that made me happy and glue them together with magic. I know that if I mastered this, I would find my next big thing, and be more happy again:

Time.
The first problem I noticed was that I was really lacking time for everything. Answering 100 emails a day was keeping me away from editing. Not editing, meant that eventually, to make it to deliver the work in time I would have to work faster and cut on other things that made me happy, like being around friends, sharing new experiences, going out for dinner with Miguel or even just sit down and lose myself for hours on Pinterest, getting inspired. I had no time for me or for work. So it all was a big, messy snowball that didn't stop rolling down. There had to be a time for everything, I had to figure that out.

Future.
I started making that exercise of where I'd like to see myself in 10 or 20 years. The idea of me still photographing weddings at the age of 49 didn't seem like a bad idea. It would mean that I had made it, that the business had grown, but thinking about it all the way, maybe it was also a bad idea. Weddings are such an amazing day. I love photographing weddings because everybody is so happy and there is so much love in the air. But it is also something that tests your energy levels when you are the photographer or the videographer. On a regular wedding day in Portugal, you can work up to 12-14 hours straight. Your feet always hurt in the end, and besides being an amazing job, it requires constant creativity, attention to detail, being ready to climb on chairs, rocks, stairs, run like hell, to get that one amazing shot. I love it. But I am 29. I am on the right time to do it. I'm young, I'm filled with energy, and I'm on the peek of my strengths. But what about when I reach 49? Photographing a wedding is something of such responsibility. Would I still want to make them, with the possibility of not having the energy to keep up with them? Would I do that to my clients? I could never put their pictures and videos at risk. I know it kinda seems to soon to think about it, but trust me, its not. And I just kinda found out that I'm not immortal the other day, when I ran 7km straight, forgot to stretch after and couldn't move a leg the next day. hahaha!
So what did I want for Starling? Was there a way to make it live strong and healthy when I sure will be getting old just like everybody else? And what about celebration of a good work? Did I want to have it all to myself? At the end of a good or bad day, who would I tell all the adventures to or celebrate them with that understood exactly what it felt like?

Sharing.
So thinking about the future, and how I really want the best for Starling and all my future clients, made me think that maybe now was the time to start sharing it, with someone younger than me, who had even more energy than me at 29. And with this, who knows, maybe let more people in, young creative, who are ahead of their time, in love with photography and who just need a hand to start being awesome at this thing. Kinda like having a Starling Academy. I liked the idea.
When I spoke about this to friends, they told me that if I chose to let someone in into my business, the most likely thing that would happen would be me teaching everything I know to that person, and then that person would fly away with all the knowledge and create their own Starling. True, it can happen. 
I can fail. But what if I fly?
What if I do it right? What if I turn myself into a good leader, instead of a boss (God knows I don't wanna be someone's boss)? What if I can teach right, inspire that person, make her or he love Starling as much as I do and it starts moving forward with even more energy, love, and happiness? Two people instead of one. Two people doing things. Beautiful things together. And who knows how many in the future?
Sharing the weight in a healthy way will not only bring us more quality of life, as I'll be offering someone the opportunities I never had, the help I never had. It sounds good, right? So why shouldn't it be good? Why should I keep something so pretty all to myself? Because of the money? Keep it all to myself and do nothing with it because I have no time to spend it? I never aspired to be rich. I want to have a comfortable healthy and happy life.
And if I fail, I failed. And I'll get up again, because I'll have learned something good out of it.

Inspiration.
So I had to leave everything a bit behind, just like I did with the blog... (sorrryyyyyy!!!) so that I could lift my head up and see what was actually in front of my eyes. Try to find someone whom I could trust for this, who could without knowing, inspire me to be better, more creative, a nicer person.
Thats how I met this new girl. Well, not met-met, because I had been with her before, but I finally could SEE her. We had met at a work I was filming and I gave her a ride home. We promised to talk again soon.
One day, she told me she was selling her entire house to buy photography equipment. She now only had her mattress, her tripod and camera. And that she didn't need more. Now she wanted to learn how to be a good photographer. She was practicing at home and with friends.
So I decided to test her, and invited her to come with me to one of my e-sessions. So on that day, I stopped the car, and waited for her, who was coming from the end of the avenue. And then she helped a lady cross the street. Suddenly, and with all the things I knew about her so far, and seeing the act of generosity expecting nothing in return, I was filled with oxytocin. Suddenly, that moment meant unicorns and rainbows and I felt like I could see myself in her, when I started my journey. I felt inspired, I felt like I wanted to put her under my arm and teach her all I know. Give her my time and energy.

Challenges.
We spoke a lot about expectations and my lack of knowledge on how to be the most perfect leader there can be but that I would give all I have trying, and she is now going to start working with me at Starling. I cannot wait to introduce you to her.
I know nothing about leadership. I don't know how this is gonna go. Its also a challenge for me, to have someone for the first time sharing my way of working... sharing my table, sharing my facebook account, emails, knowledge and equipment.
But I can't help but to feel an excitement I hadn't felt in a long, long time.
Todays lesson number one will be empathy. The ability to put yourself into another persons shoe. I will take her outside, and I'll take pictures of her. Not because of her profile pics for facebook or to simply give her new pics, which she will have, but because I believe that for you to become a good photographer, you have to know how it feels to be on the other side of the camera as well. Be photographed, have your pictures taken, feel what your clients feel, either if they feel comfortable with pictures, but specially if they've never done it before, if they never liked seeing themselves on portraits, if its a wife who brings her husband and he is real shy. Pointing a camera is easier than having it pointed at you. I still get nervous every time Marta takes pics of me. But it makes me humble and a better person. This will be todays lesson number one.
So suddenly, I found my next big thing. And I've been sleeping so well at night. And I can't wait for wedding season to really begin.

Love, Lu*

PS: These pics (and many more that I'll show you in the near future) were taken by the sweet Bárbara Araújo, a new friend that I really cherish and who took them as a birthday gift to me in April. While talking about work, I once told her I was feeling kinda lost on my next big thing, and she thought a few snaps would make me feel better. They did. Thank you Babá.

BOOK GIVEAWAY - MANHÃS COM SEGREDOS - VENCEDORES!


Olá a todas!
Hoje, como prometido, venho apresentar-vos as quatro vencedoras do livro Manhãs com Segredos da Samanta McMurray em parceria com a Zero a Oito!
Parabéns a:
- Dora Marisa de Oliveira Cruz;
- Sandra Barata;
- Cláudia Oliveira;
- Mónica Pereira.

Em breve vão receber em casa o vosso exemplar! Espero que os pequenos-almoços desse lado sejam um sucesso e não se esqueçam de fazer uma foto e enviar-me!
Love, Lu*



Can't Wait!



I'll be in Oporto on May 17th and 18th for mini photo-shoots!
If you'd like to have your pics taken by me, let me know at bookluisastarling@gmail.com.
This goes for families, maternity sessions, couples and individual portraits!
Love, Lu*

A lesson in Oporto


Não sei se têm espreitado a minha página de trabalho recentemente... mas hoje fiz um post que me deixou com um sentimento misto de nostalgia, felicidade e tristeza o resto da tarde.
Postei uma sessão de fotos que fiz com uma linda menina chamada Tina. Ela perdeu a mãe faz hoje sete meses, e ainda está a aprender a lidar com a falta de alguém tão especial na sua vida. Não consegui deixar de pensar se conseguiria ser tão forte como ela. Posso apenas desejar que ela continue verdadeira, fiel a si mesma e maravilhosa como é.
A vida consegue ser uma cabra tão grande por vezes, testando os limites do nosso amor. Fico apenas contente de saber que o dia foi tão bom, e que quando lhe enviei o material, ela me disse ter ficado tão feliz que se esqueceu de que andava tão triste.
O mercado do Bolhão no Porto foi o nosso cenário, e entre cada espaço, a Tina ia trocando as roupas que tinha trazido, e que tinham pertencido à sua mãe no passado. No final, comprei muita, muita fruta para as duas, e sentámo-nos nas escadas a comer. Em apenas algumas horas, e entre dentadas e sumo que escorria pelos dedos, fiquei fascinada com a maturidade desta menina bonita, que tanto me ensinou sem saber.
Sê forte. Gosto de ti.
Love, Lu*

I don't know if you've been to my Luisa Starling page lately... but today I had mixed feelings that dragged me into melancholia through the afternoon.
I posted a shoot I did with this beautiful girl Tina. She lost her mother 7 months ago today, and she has been dealing and learning how to live without her in her life.
I couldn't help but to wonder, if I could ever be as strong as she is. And I can only hope that she stays true to herself.
Life can be such a bitch sometimes, testing our limits in love. I am only glad that when I sent her the pictures, she told me I had made her feel so special again. And that for a few moments, she completely forgot how sad she felt.
The Bolhão market in Oporto was our scenario, and between each zone, Tina changed into new clothes that belonged to her mom. In the end, I bought a really big bunch of fruit for both of us, and we sat in some stairs to talk and savour the afternoon. In only a few hours, and between bites and juice that dripped through our fingers, I was fascinated with the maturity that runs in this girls blood. She taught me so much without know it.
Be strong. Love you.
Love, Lu*

Sugar Skulls DIY



Olá meus docinhos, aqui Fedra do Botão Doce com mais uma colaboração DIY.
Hoje trago um DIY dedicado a um país que adoro, o México. Há uns anos estive por lá e recordo esses dias com um carinho especial. São um povo bastante hospitaleiro, simples, de bem com a vida e com uma história rica. Encontramos boas vibrações por todo o lado - nos mercados de rua cheios de vida e cores fortes, nas pessoas e na gastronomia deliciosa. Para celebrar esse carinho que temos por este país, ainda hoje fazemos aqui em casa a Noite dos Tacos, com amigos e família. Todas as desculpas são boas para uns belos tacos!



Escolhi as caveiras mexicanas - sugar skulls ou cavaleras - porque são um dos símbolos importantes do folclore mexicano. Simbolizam a morte e renascimento e são especialmente importantes na celebração do Dia de Los Muertos que ocorre em Novembro. São tão estilizadas e coloridas que hoje vemos estas cavaleras mexicanas um pouco por todo o lado, porque também são muito famosas no mundo das tatuagens.


Para fazer este DIY precisas de:

- Guardanapos brancos;
- Vaso;
- Pincel;
- Tesoura;
- Impressora a laser;
- Template caveiras;
- Fita cola;
- Mod podge (vê a receita caseira aqui);
- Pincel;

1- Começa por recortar um quadrado no guardanapo.
2- Separa todas as folhas do guardanapo. Cola uma folha do guardanapo com fita-cola a uma folha branca simples.
3- Coloca na impressora e imprime o template com as caveiras (aqui).
4- Recorta cada caveira ainda com a folha branca simples.
5- Depois de recortar remove a folha branca e fica só com o guardanapo impresso.
6- Aplica uma camada fina de Modpodge ao vaso e aplica a folha de guardanapo impressa com a caveira. Pressiona ligeiramente com o pincel ou com o teu dedo. Cuidado que o guardanapo é extremamente delicado! Deixa secar bem e passa uma camada de Modpodge por cima de cada caveira para finalizar.

Podes deixar as caveiras em branco ou colorir as caveiras com canetas permanentes, para um look mexicano ainda mais autêntico.


5 Factos interessantes sobre o México:
1. O méxico está no território onde antigamente habitavam os Astecas e os Maias.
2. A bebida mais famosa é a tequila feita de uma planta chamada agave.
3. Na música os mariachis são um símbolo nacional.
4. O feriado nacional Cinco De Mayo (cinco de maio) comemora a Vitoria da milícia Mexicana sobre as tropas francesas na batalha de Puebla em 1862 .
5. Foi aqui que nasceu o chocolate. Desde 1100 a.c. que os astecas usavam cacau nas suas bebidas.
Divirtam-se!
Xoxo,
Fedra (Autoria e fotografia)


Hello my sweeties, Fedra here from Botão Doce with a new DIY collab.
Today I bring a DIY dedicated to a country that I love, Mexico. A few years ago I went there and I remember those days with endearment. They are a very simple and welcoming people, well with life and with a rich history. We find good vibes everywhere - in street markets full of life and strong colors, in people and in the delicious cuisine. To celebrate this affection we have for this country, we often do here at home the Taco Night with friends and family. All the excuses are good for some nice tacos!
I chose the Mexican skulls - sugar skulls or Cavaleras - because they are one of the important symbols of Mexican folklore. Symbolize death and rebirth and are especially important in the celebration of Dia de Los Muertos which takes place in November. They are so stylized and colorful that today we see these Mexican Cavaleras a little bit everywhere, because they are also very famous in the world of tattoos.

To do this DIY you’ll need:
- White napkins;
- a vase;
- Brush;
- Scissors;
- Laser printer;
- Template skulls;
- Adhesive tape;
- Mod podge (fins homemade recipe here);
- Brush;

1. Start by cutting a square shape on the napkin.
2. Separate all napkin sheets. Tape napkin to a normal white sheet.
3. Place in the printer and print the skulls template (here).
4. Cut each skull still attached to the white paper sheet.
5. After cutting all skulls, remove the white sheet and keep only the printed napkin.
6. Apply a thin layer of Modpodge to the vase and apply the skull printed napkin. Press lightly with a brush or your finger. Beware that the napkin is extremely delicate! Let dry well and apply a layer of Modpodge over each skull to finish.

You can leave blank or you can color skulls with permanent markers, to a more authentic Mexican look.

5 Interesting Facts about Mexico:
1. Mexico is the territory where once inhabited the Aztecs and the Mayans.
2. The most famous drink is tequila made from a plant called agave.
3. In music the mariachis are a national symbol.
4. The national holiday Cinco De Mayo (May 5) commemorates the Vitoria of the Mexican militia over the French army at the Battle of Puebla in 1862.
5. It was the birthplace of chocolate. Since 1100 b.c. that the Aztecs used cocoa in their drinks.
Have fun!
xoxo,
Fedra (Author and Photographer)